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title: Segurança da informação e a comunicação com os c-levels
description: Por mais que a preocupação com a cibersegurança esteja no topo das prioridades corporativas, os profissionais da área ainda enfrentam desafios na hora de justificar orçamentos e demonstrar o retorno sobre investimentos.
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# [Segurança da informação e a comunicação com os c-levels](https://conteudo.eskive.com/pt-br/segurança-da-informação-e-a-comunicação-com-os-c-levels)

 Escrito por [Ramon de Souza](https://conteudo.eskive.com/pt-br/author/ramon-de-souza) | 01/02/24 18:04

01/02/2024 às 15h00 | 3 min de leitura 

A **segurança da informação** é uma preocupação crescente em um mundo cada vez mais digitalizado. No entanto, mesmo com a evidente importância dessa área, os **profissionais de segurança cibernética** muitas vezes enfrentam desafios significativos ao tentar se comunicar com os c-levels e a alta diretoria das empresas. Esses desafios decorrem de diferenças nos pontos de vista, prioridades e, principalmente, na barreira da linguagem técnica, que pode dificultar a justificação de **investimentos em segurança cibernética**.

Um dos principais obstáculos na comunicação entre os profissionais de segurança da informação e a alta direção é a disparidade nas prioridades e perspectivas. Enquanto os c-levels geralmente têm seu foco voltado para o crescimento do negócio, expansão e lucratividade, os profissionais de segurança estão centrados na mitigação de riscos, **proteção de dados** e **prevenção de acidentes cibernéticos**.

Esse desalinhamento de objetivos pode dificultar a apresentação de argumentos convincentes sobre a necessidade de investir em segurança cibernética, especialmente quando os benefícios desses investimentos podem não ser tão tangíveis quanto os resultados financeiros diretos.

### Linguagem técnica como obstáculo

A barreira linguística é um desafio comum na comunicação entre os profissionais de segurança e a alta direção. Os termos técnicos e conceitos altamente complexos que permeiam o campo da **segurança da informação** podem ser intimidadores para aqueles que não têm uma compreensão aprofundada da área, criando um senso ainda maior de estranhamento e falta de alinhamento com os objetivos centrais.

Ao tentar justificar a alocação de recursos — sejam financeiros ou de mão-de-obra — para melhorias na cibersegurança, os profissionais muitas vezes se veem em uma encruzilhada: simplificar demais a linguagem pode subestimar a gravidade dos riscos, enquanto a manutenção de uma terminologia técnica pode alienar os tomadores de decisão.

A obtenção de orçamento para **iniciativas de segurança cibernética** também é um dos maiores desafios enfrentados pelos executivos da área. A alta direção, muitas vezes, precisa equilibrar a alocação de recursos entre diversas áreas da empresa, e os profissionais de segurança precisam convencê-los de que investir em segurança é uma prioridade crítica.

Depois de conseguir o budget necessário, claro, ainda temos o desafio de demonstrar que o **retorno sobre o investimento (ROI) em segurança cibernética** está sendo satisfatório. A natureza preventiva dessas ações dificulta a quantificação direta dos benefícios, o que contrasta com a visibilidade mais clara de investimentos versus retorno imediato que temos em outras áreas, como marketing ou produção.

### Superando os desafios com a Eskive

Um dos vários benefícios exclusivos da plataforma Eskive é o Relatório Executivo, criado justamente para preencher esse gap de comunicação entre quem está na linha de frente contra as ameaças cibernéticas, a alta diretoria e os líderes das áreas de negócio. Após os ciclos de **treinamento para conscientização** da equipe e disparo de simulações de ataque para mensurar o índice de comportamento inseguro, o documento é gerado para proporcionar inteligência de forma clara para os decisores.

Através do Relatório Executivo, é possível identificar o nível de engajamento geral, os departamentos mais preocupantes e a evolução do programa de **human risk management** — tudo de forma visual e com uma linguagem amigável, facilitando a disseminação das informações-chaves para todos os líderes da empresa. É possível ainda obter recortes para verticalizar as responsabilidades sobre a conscientização do fator humano, criando assim uma **cultura corporativa human-centric**.

Na Eskive, trabalhamos para que a educação dos usuários não seja mais uma tarefa onerosa para a equipe de SI, com uma metodologia própria e tecnologia automatizada. Venha [conversar com nossos consultores](https://meetings.hubspot.com/lsantos7) e conhecer este e outros benefícios!

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